26/04/18 Vacinas indispensáveis

Imunização preserva não apenas a saúde dos animais, mas de toda a família

Nos últimos anos, os animais de estimação conquistaram mais espaço dentro de casa e passaram a ser vistos como membros da família. Essa mudança de comportamento gerou mais proximidade e afeto, mas também mais responsabilidades. Além de reforçar os cuidados com a higiene dos pets e com a limpeza da casa, os tutores precisam ficar mais atentos à saúde deles, o que inclui as vacinas. Doenças como raiva, giardíase e leptospirose, por exemplo, podem ser contraídas por animais e transmitidas para os seus donos. Respeitar o calendário de vacinação é a forma mais eficaz de prevenção, protegendo os pets e a família.
Nesta época do ano, o grande alerta é para a imunização contra a gripe, tanto em humanos quanto em cães, para que o organismo tenha tempo de produzir anticorpos até a chegada do inverno, estação do ano onde a incidência da doença é maior. Porém, existem outras vacinas importantes para garantir a saúde de cães e gatos.
Segundo o médico-veterinário Luciano Granemann e Silva, elas são classificadas em “obrigatórias” e “recomendadas”. O calendário de vacinação que orienta os médicos-veterinários no Brasil segue o protocolo do Comitê Latino Americano de Vacunologia em Animales de Compañia (COLAVAC), de 2016.
“A Anti-rábica e a Polivalente, que imuniza os animais contra sete doenças consideradas graves, são as duas obrigatórias desse calendário, tanto para cães quanto para gatos, e devem ser aplicadas no primeiro ano de vida, conforme orientação do fabricante, e depois ter reforços anuais”, afirma. Já, a contra a gripe, embora não obrigatória, está entre as recomendadas para preservar a saúde e o bem-estar dos cães. Os gatos, entretanto, não necessitam dessa imunização.
Outras três que fortalecem o controle de doenças infecciosas nos pets são: Giárdia, Leishmaniose e ProHeart, sendo esta para prevenir o Dirofilaria immitis, verme do coração. “É preciso estar atento a incidências, surtos e outras manifestações de determinadas doenças na região onde o animal vive, o que consequentemente o expõe a um maior risco”, aconselha.

Vacinas éticas
Luciano alerta para os cuidados na hora de escolher o estabelecimento onde a substância é administrada. A sugestão é que seja sempre aplicada por um médico-veterinário. Outro ponto importante é o tipo. “Nós só aplicamos vacinas éticas, que são inovadoras, produzidas por laboratórios de ponta que as estudam a fundo e publicam artigos sobre elas. Elas são vendidas apenas para médicos-veterinários, o que confere maior segurança aos tutores e seus pets”, explica.
É importante também se informar sobre a forma como são armazenadas. “São organismos vivos muito sensíveis a variações. A indicação dos laboratórios é que sejam conservadas entre 2ºC e 6ºC e que não fiquem mais do que 30 minutos fora dessa condição”, afirma Luciano. 


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Leôncio Queiroz Neto, presidente do Instituto Penido Burnier

 

Queridas Isabelle e Betty, gostaria de agradecer pela oportunidade de participar desta edição da revista. Aproveito para parabenizá-las pela excelente qualidade tanto das reportagens quanto do layout da revista. Um beijo
Viviane, Estação Marupiara

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