09/10/18 Com quem ele vai ficar?

Guarda compartilhada de animais reduz impacto do divórcio

Os animais de estimação ganharam espaço na sociedade. Deixaram de ser protetores da casa e, cada vez mais, são vistos como integrantes da família. Mas, o que fazer quando o casal decide se divorciar ou dissolver a união estável? Como decidir quem ficará com o bicho?
De acordo com a advogada Regina Beatriz Tavares da Silva, os cônjuges e parceiros estão recorrendo à Justiça para definir o regime de guarda de seus animais. A mudança na vida causa transtornos entre o casal, aos filhos e aos outros membros da família. O processo não é diferente para os bichinhos.
"Se o animal é do casal, o que não se deduz exclusivamente do seu registro de nascimento, mas, resulta, muito mais, dos cuidados com que o trata, o ideal nesse caso seria a "guarda" compartilhada, pois o animal terá a atenção de ambos, até mesmo no que diz respeito às necessidades e tratamentos, incluindo os cuidados veterinários", sugere a especialista. No entanto, não se aplica exatamente o mesmo regime de guarda de filhos aos animais de estimação, razão pela qual alguns juízes aceitam essa denominação na petição a eles direcionada pelo casal, por intermédio de seu advogado, e alguns outros preferem denominar simplesmente de guarda, porque esta expressão também se aplica a objetos, embora o animal não possa assim ser considerado. Não há propriamente diferença na utilização de uma ou de outra expressão, o que importa é que fique claro no pedido e na decisão judicial que o ex-casal continuará a cuidar do animalzinho. A diferença nas expressões está em um menor ou um maior apego ao texto de lei, que, efetivamente, não regula guarda compartilhada de animais.
Regina Beatriz destaca que, nesse regime, o ex-marido e a ex-mulher exercem os mesmos poderes e têm os mesmos deveres sobre o animal. Inclusive, sendo regulamentado o regime de companhia, ou seja, quantos dias ficará com um e com o outro, por meio de cláusulas estabelecidas, de comum acordo ou mesmo por meio de decisão judicial por pedido unilateral de um deles – marido ou mulher.
"Caso o marido ou a mulher recuse-se a entregar o animal ao ex-cônjuge ou ao ex-companheiro, pode ocorrer até mesmo a busca e apreensão, com pena de multa, por determinação judicial", afirma.

 


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Querida Betty, obrigada pela revista online, adorei ler as boas novidades de Campinas. Beijos de nós da Alemanha 
Lúcia Hinz, Atelier Hinz

No final da tarde de ontem, quando peguei nas mãos a Absoluta, um misto de emoções se apoderou de mim: felicidade, honra, responsabilidade, sensação de que Valeu ter iniciado essa História aqui em Campinas - cidade que tanto tanto me deu e à qual sou grata -... enfim... Betty, muito obrigada pelo privilégio de estar entre suas Mulheres Absolutas, das quais você é A INCONFUNDÍVEL por excelência, inclusive na na voz, que me permite sua singular e sempre deliciosa identificação quando chego nos variados ambientes em que nos encontramos. Obrigada pelo carinho e profissionalismo da matéria! Obrigada por todo o apoio. Obrigada a equipe e ao fotógrafo!!!! Parabéns por mais essa brilhante edição!
Emmanuelle Garrido Alkmin