26/12/18 Meia-noite

Superstições para a passagem de ano

Os minutos finais antes da meia-noite do dia 31 de dezembro são aqueles em que as pessoas ficam tomadas por uma grande expectativa e ansiedade. São nesses instantes finais que muitos dedicam um momento para refletir sobre as ações do ano que passou e desejar prosperidade para o próximo, e para isso, há quem lance mão de alguns rituais à meia-noite para tentar garantir a realização dos desejos.
Algumas regiões como Israel, China, Arábia Saudita e Índia utilizam calendários diferentes para comemorar o Ano Novo, mas todos os países possuem superstições para essa passagem, que variam de acordo com a origem e cultura de cada lugar. Conheça rituais mais tradicionais e curiosos que acontecem em diferentes países.

Brasil
A tradição de pular sete ondas é umas das mais tradicionais. Foi difundida pelos povos africanos que chegaram no país e diz que devemos pular sete ondas do mar, sendo que em cada onda pulada, devemos fazer um pedido ou agradecimento e não virar as costas para o oceano, apenas quando os pés já estiverem fora da água.

África do Sul
Os africanos dão as boas-vindas ao novo ano arremessando móveis nas ruas, muitas vezes de edifícios altos. Como símbolo de renovação, o ritual existe para se livrarem de objetos velhos que pesam a energia da casa. Nesta noite, os policiais trabalham para garantir a segurança de pedestres e carros.

Chile
Os moradores da cidade de Talca celebram a virada do ano no cemitério da cidade. A tradição teve início quando uma família invadiu o local na última noite do ano para ficar perto de seu falecido patriarca. Em 1995, a comemoração passou a ser oficial, com a presença do prefeito abrindo os portões do cemitério após o término da missa.

Itália
Os italianos fazem diversas simpatias na noite de ano novo, entre elas comer lentilha para trazer boa sorte, usar uma peça de roupa vermelha, beijar uma pessoa querida embaixo de um ramo de visco, vestir uma roupa nova e jogar fora uma velha. Na Sicília, ninguém começa a fazer algo que sabem que não será possível finalizar antes da virada do ano, pois acreditam que não terminar ou fazer correndo poderá trazer azar.

Canadá
O inverno intenso canadense não impede que algumas pessoas mergulhem nos rios congelantes em troca de promessas de familiares e amigos. Nessa época do ano, muitos fazem promessas para serem cumpridas no próximo ano, como emagrecer, parar de fumar, etc. Para que os amigos mantenham a palavra, são “convidados” a mergulhar no rio como forma de não esquecer a promessa. Os canadenses chamam esse ritual de “mergulho do urso polar”.

Inglaterra
Quando o relógio marca meia noite, os ingleses abrem a porta dos fundos da casa para que o ano velho saia por ela. Em seguida, assim como os escoceses, pedem ao primeiro homem de cabelos pretos que passe na rua para que entre pela porta da frente com pão, sal e carvão. Eles acreditam que assim irão garantir comida, dinheiro e aquecimento na casa para o ano que está por vir.

México
Para que o desejo de viajar o mundo se transforme em realidade, os mexicanos - e também alguns países da América Latina - pegam suas malas de viagem vazias e saem de casa para um passeio pelo quarteirão à meia-noite do dia 31 de dezembro. Uma variação dessa tradição é colocar as malas no centro da sala e andar ao redor delas inúmeras vezes, pensando nas viagens que deseja fazer. 


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Foi muito emocionante o dia que Betty Abrahão me convidou para estrelar a capa da revista, e dentro toda a minha história. Chorei de emoção, fiquei fã de Isabelle Sabbatini, que captou com classe rapidamente e descreveu tudo de forma brilhante, comovendo a todos! Guardo ao lado de minha cama. Adorei!”
Bya Barros

 

Na matéria da revista Absoluta, em que Isabelle Sabbatini escreveu o texto sobre Egas Francisco, tive uma certeza: ela compreendeu um gênio !!!!!!
As suas palavras descrevem Egas como alguém "que inspira mansidão, acolhimento, ousadia e loucura". Esta é a síntese da genialidade de quem suplanta todas as expectativas de ser apenas um igual e abraça com ousadia e coragem as suas próprias contradições para construir um novo caminho. Pessoas que extrapolam os conceitos vulgares de simplesmente existir e, assim, atingem a genialidade. Pessoas que tornam menos sombria a condição humana, porque elas tem a criatividade e a força de espírito maior do que a maioria das pessoas integradas no contexto do existir comum.
Parabéns, Isabelle !!! Amei a matéria !!!! Bjs
Anna Maria Badaró, artista plástica