26/08/19 Uso do celular

9 em cada 10 brasileiros não conseguem ficar longe por mais de 1 hora

Estudo realizado pela Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, com mais de 2 mil brasileiros que possuem smartphones, entre 16 e 45 anos, analisou comportamentos inusitados na relação deles com seus celulares. A pesquisa faz um comparativo entre abril de 2018 e julho de 2019.

Houve um aumento de 67% dos brasileiros que se cobram de silenciar o celular à noite, mas nunca o fazem. Em abril de 2018 eram 21%, em julho deste ano 35%.

91% dos brasileiros não conseguem ficar longe do celular por mais de 1 hora.

91% das pessoas disseram que gravam áudios por preguiça de digitar, mesmo sem intimidade com a pessoa com quem estão conversando. Houve um crescimento expressivo de 40%, pois em 2018 eram 65% e em 2019, 91%.

64% dos entrevistados afirmaram que já colocaram o fone de ouvido e plugou no celular, com ou sem música, só para não terem que conversar com ninguém.

66% dos brasileiros afirmaram que, caso acordem no meio da noite, costumam sempre dar uma olhada no celular. Um crescimento de 10% em relação a 2018.

Sobre aplicativos, 69% dos brasileiros este ano afirmaram que ao menos metade de seus apps ficam logados o tempo todo em seus celulares.

73% dos brasileiros pedem mais comida delivery que antes por conta da facilidade do app em seu celular.

70% dos brasileiros já jogaram o mesmo joguinho vários dias ou semanas seguidas, depois nunca mais abriram. Um crescimento de 19% em relação a 2018.

Metade dos entrevistados, 51% afirmaram que já baixaram um aplicativo e nunca usaram.

Hoje, 42% dos brasileiros pagam a maioria de suas contas pelo aplicativo do banco. Em 2018 eram 34%.

70% das pessoas disseram que colocaram a maioria dos grupos do whatsapp no silencioso, isso significa um crescimento de 23%, comparado a 2018.

85% dos brasileiros disseram que é através do celular onde mais acessam as redes sociais. Em 2018 eram 74%, um crescimento de 15%.

60% dos entrevistados afirmaram que perdem a noção do tempo vendo posts e vídeos no celular.

44% das pessoas afirmaram que aumentaram o número de marcas de cotovelo logo acima do joelho.

54% das pessoas consultam preços de produtos pelo celular quando vêem algo interessante em uma loja física.

68% das pessoas usam o celular como lanterna com freqüência.

64% dos brasileiros apagam sempre seus históricos de conversas.

45% das pessoas já pediram carregador emprestado para quem não conheciam. Um crescimento de 22% em relação a 2018.

88% dos brasileiros procuram por um assunto no celular no meio de uma discussão.

88% dos brasileiros afirmaram que já caíram em uma fake news pelo ceular.

59% afirmaram que entre um tutorial por escrito ou vídeo, preferem vídeo.

43% dos brasileiros disseram que já jogaram joguinho pelo celular no meio de uma reunião de trabalho ou aula.

20% dos brasileiros já agendaram algum tipo de consulta médica sem falar com ninguém, tudo através do celular. Um crescimento de 54%. Em 2018 eram 13%.

33% usam o celular para o controle da saúde. Em 2018 eram 26%, um crescimento de 27%.

32% só abrem twitter quando tem uma polêmica rolando.


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Gostaria de ter escrito o que Anna (Anna Maria Badaró) escreveu e ainda, que sou fã ardorosa dessas duas mulheres especiais, Betty e Isabelle. Profissionais admiráveis, “GENTE" como poucos o são ... 
Shirley Garcia 

Eu acompanho a Revista Absoluta desde o seu nascimento, sua infância e sua adolescência. Ao vê-la hoje, em plena mocidade, posso afirmar, sem medo, que ela sabe como construir a sua própria história. História de prestígio, credibilidade, entusiasmo e conquista de amizades. Absoluta cresceu. Crescer é superar obstáculos: sejam eles de alegrias e dores, derrotas e vitórias, lutas e sacrifícios, conflitos e incertezas. Absoluta anda por novos caminhos. Andar é... enfrentar o desconhecido, deixar marcas na sua passagem, se firmar com estilo e personalidade. Absoluta nasceu para ser mensageira: distribuir boas novas, dar boas dicas, documentar acontecimentos marcantes do nosso tempo, destacar os profissionais que se dedicam ao progresso das ciências e das relações humanas. A revista não abre mão da beleza interior de cada pessoa que ela focaliza. Acompanhei o seu trajeto e as suas mudanças pelas ruas e avenidas da nossa cidade. Visitei cada morada do seu destino e tomei o cafezinho gostoso com a sua equipe acolhedora, que cresceu unida, vestindo a camisa da sua marca, com a mais absoluta coragem e fidelidade. Vi revistas nascerem e acabarem enquanto a Absoluta caminhava heráldica, saltitando por entre as pedras do caminho. Recebi a honra de ser capa da "Absoluta gente" no lançamento das suas primeiras edições. Tive os meus textos, poemas e as minhas viagens registradas nas suas páginas. Sempre me senti valorizada por ela, enquanto pessoa, prestigiada enquanto artista, e sou grata pelo destaque que a revista Absoluta deu à minha trajetória existencial. Participei de enquetes da revista, ilustrações de textos, me vi entre amigos, tantas vezes, em fotos publicadas nas suas páginas sociais. Costumo chamar Betty Abrahão de Fênix... a ave da mitologia grega que, mesmo quando considerada morta, renasce das cinzas e alça vôo, pro alto, em busca das nuvens. Considero Isabelle o porto seguro desta obra que se eterniza na história de Campinas. Betty e Isabelle são "almas- irmãs" na vida e na parceria do seu trabalho. O sucesso da Revista Absoluta tem a sua origem na cumplicidade de um sonho que se desabrocha e se estende além dos limites da nossa cidade. Podemos comemorar as 100 edições em família, com a certeza de que fazemos parte desta história. Usarei as palavras de Rubem Alves [o escritor sempre destacado e valorizado por esta revista], para sintetizar a minha homenagem a toda a Equipe Absoluta: "O fato é que todos aqueles que ainda têm a ousadia de falar e escrever, acreditam, ainda que forma tênue, que o seu falar faz uma diferença... e desta crença depende o seu sono e o seu acordar..." Parabéns pela centésima edição!!!! Siga Absoluta!!!! Siga fazendo novos caminhos, ao andar...!!! Beijos
Anna Maria Badaró