Absoluta

07/05/20 O que você anda falando?

As palavras influenciam a realidade muito mais do que imaginamos

Sim, as palavras influenciam a nossa realidade muito mais do que imaginamos. Por isso, é importante trabalhar com elas e aproveitar ao máximo sua força.
Algumas expressões condicionam o cérebro e influenciam as ações. Veja abaixo quais você deve usar e quais evitar:

AINDA
Uma palavra positiva que abre muitas possiblidades. Por exemplo: na frase “não tenho namorado ainda”, está implícita a ideia que posso não ter alguém neste momento, mas que isso é só questão de tempo.
Mas evite dizer frases como “com tantos assaltos por aí, nunca fui assaltado ainda”.

TENTAR
Esse é um verbo de má vontade. A frase “não sei, vou tentar” é quase uma declaração de que é possível tentar, mas difícil de conseguir.

EXPERIMENTAR
O verbo inclui ação e curiosidade. Observe a substituição na frase “vou tentar” por “vou experimentar”. A segunda é muito mais dinâmica.

É DIFÍCIL
Essa é uma expressão bloqueadora, paralisante. Ela retira energia necessária para a ação. Troque pela expressão “É desafiante” ou “é um desafio”. Essa simples troca pode abrir uma maior possibilidade de sucesso.

GOSTARIA / QUERIA
Usar esses verbos no futuro do pretérito distancia o objetivo. Eles devem ser empregados sempre no presente: “Eu quero” ou “eu gosto”.

MAS
Há um ditado americano que diz que a gente só conhece o que uma pessoa realmente pensa das outras depois do “mas”. A palavra suaviza o que foi dito até aquele momento e enfatiza o que vem depois. O ideal é dizermos antes o que desaprovamos. Por exemplo: “Ela é superficial, mas é inteligente e capaz”.

NUNCA / JAMAIS / SEMPRE
São expressões que restringem a realidade. Ninguém pode dizer que nunca fará ou será tal coisa. Nós não controlamos a vida a esse ponto.

NÃO
O cérebro não registra o não quando acompanhado de uma imagem. Por exemplo, quando se diz “não pense num gatinho”, a primeira coisa que se pensa é justamente num gatinho – o não é simplesmente ignorado. Por exemplo, pessoas que dizem “não quero gritar igual a minha mãe” cada vez que dizem isso tem um flash de milésimos de segundo da imagem da mãe gritando. O que está sendo reforçado é a imagem, e não o contrário.
O não é registrado no cérebro quando é uma negativa simples – o “não quero” ou o “não posso”, por exemplo – e quando vem desacompanhado de uma imagem.

Percebeu as diferenças? Agora é ficar atento a tudo que a gente fala.

 


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Betty...muito obrigado pelo carinho....adorei as fotos...vc é mesmo uma pessoa muito especial....muito mais sucesso sempre é o que desejo de coração a você....um beijo grande......♥♥♥
Rachell Ferrari

Revista interessante com ótimas reportagens, que lemos com satisfação da primeira à última página. Cumprimento a todos da revista Absoluta, desejando um sucesso cada vez maior. Vocês merecem! 
Vera Büchner, empresária

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