Em artigo publicado no jornal Meio & Mensagem, Paulo Renato Sckersdorff, presidente nacional da Associação das Editoras de Publicações (Anatec), destaca a atuação de veículos segmentados, que valorizam o conteúdo e ainda são uma excelente opção para anunciantes. “A segmentação significa adequar e dirigir da melhor forma possível o conteúdo editorial e comercial a públicos distintos, atendendo segmentos específicos de mercado e leitores. Sob o ponto de vista comercial, as publicações segmentadas são caracterizadas principalmente como mídia eficiente, mídia direta sem desperdício de audiência e retorno praticamente assegurado”.

REVISTAS - A mídia dos tempos modernos
As revistas não procuram atingir todo mundo. Quando existe um melhor público-alvo a ser atingido, elas permitem alcançar apenas o segmento de um público desejado. Sem desperdiçar dinheiro.
A tendência das pessoas é acreditar mais naquilo que está escrito. A palavra impressa é poderosa porque é permanente.
Ela é a base dos contratos e das garantias.
É fácil perceber porque um anúncio numa página impressa é sempre mais digno de crédito.
Um anúncio de revista nunca sai do ar. A mensagem fica com o consumidor uma semana, um mês, muitos meses.
A mesma revista é lida e relida várias vezes. A comprovação dessa permanência pode ser feita através de cupões. Geralmente, esses anúncios conseguem produzir resultados até 6 meses. E, mesmo, um ano depois de sua publicação.
Não importa o volume de mensagens contidas numa revista. Pesquisas têm demonstrado que o aumento de anúncios veiculados não prejudica em nada o índice de leitura. Numa revista, um anúncio nunca passa desapercebido.
Os anúncios em revista não são limitados por um cronômetro. Isso significa que o anunciante não precisa diminuir o número de informações sobre o seu produto.
Ao contrário. Um anúncio em revista pode ter tantas palavras quantas forem necessárias. As pessoas são capazes de ler até cinco vezes mais rápido do que conseguem falar. Pode-se informar muito mais numa página impressa do que num comercial de 30 ou 60 segundos.
A propaganda em revista também pode ser veiculada, regionalmente. Além disso, elas permitem veicular mensagens acompanhadas de amostras de produtos, bem como a distribuição de folhetos, mapas, brindes, encartes regionais, cupões de desconto ou cartões-resposta.
Revistas não custam um preço exorbitante. E oferecem um retorno seguramente maior do que em outros veículos.
Quando alguém toma a iniciativa de ler uma revista, é porque está psicologicamente receptivo às mensagens que vai receber. Ninguém lê uma revista contra a vontade.
Uma revista esta sempre esperando pelo leitor. É sempre ele quem escolhe a hora mais adequada para a leitura.
Um anúncio de revista não vai ao ar apenas no horário nobre.
Uma revista acompanha o leitor onde quer que ele vá: à praia, ao consultório, à sala de espera, ao avião, ao banheiro.
Uma revista pode ser lida a qualquer hora.
É um veículo de mídia sempre à mão.
Revistas não desaparecem ante seus olhos em segundos. Um anúncio em revista pode conter uma mensagem, um cupon, uma oferta, uma receita, um conselho, uma análise, diretamente nas mãos do comprador, de forma a ser lido, relido, separado, recortado, remetido, guardado, usado.
Cada revista tem um clima editorial muito específico. Como resultado, ao comprar um espaço em revista, o anunciante compra todo um envolvimento, toda uma ambientação, todo um estado de espírito, do leitor ou leitora, para o seu anúncio.
As revistas são as mais úteis de todas as mídias. Elas satisfazem a necessidade que temos de saber as coisas. Elas ensinam como perder peso, construir um galpão, fazer uma sobremesa diferente, como arrumar a mesa para uma festa, como fazer um vestido, como entender a inflação, como aproveitar bem as férias.
As revistas não são apenas uma opção de investimento em mídia.
Elas oferecem vantagens que nenhum outro veículo consegue oferecer. 


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No momento em que Absoluta completa a 100ª edição, transmito minha mensagem de saudação e cumprimentos a Betty Abrahão e a sua dinâmica e qualificada  equipe, que souberam fazer da revista um instrumento agradável de informação, cultura e entretenimento. Um ponto de encontro no desencontro do dia-a-dia, pois como dizia Vinícius, “A vida é a arte do encontro, embora existam tantos desencontros pela vida”. Absoluta, no agitado dia-a-dia de nossos tempos, acabou se transformando em um interlocutor inteligente e sensível, trazendo à sociedade da região metropolitana de Campinas, tudo o que acontece de relevante nas multifacetadas áreas do conhecimento humano e da produção científica. Arte, cultura, lazer, política, moda, gastronomia, viagens, saúde, se conectam para fazer da revista um campo fértil de diversidade, como plural é, ou deve ser, a vida da gente.  Essa conexão tem, contudo uma marca que a distingue de todas as outras revistas e assinala a sua autenticidade como veículo de comunicação. O toque de humanismo e delicadeza que se sente no seu folhear, no perpassar de suas entrevistas e reportagens e especialmente no respeito à memória, quando Betty reproduz, de forma gratificante, parcela da obra de seu tio, o competente e saudoso jornalista, Jamil Abrahão, sob cujas penas e lentes se registraram pessoas e  momentos importantes da vida pública  e privada da terra de Carlos Gomes, Campos Sales e que também é orgulhosamente nossa.  No centésimo aniversário, e cem é um número de consagração, os nossos parabéns e os votos de que a revista continue tendo longa vida na contribuição inegável que traz às velhas e novas gerações com informações e valores.  E oxalá que o Absoluta de seu batismo continue significando, como tem significado na sua trajetória, plenitude, diversidade e grau máximo de intensidade, marca das salutares paixões de seus protagonistas, no caso, bem resolvidas em nosso benefício. Grande abraço
Jamil Miguel 

A última edição da revista Absoluta está maravilhosa. Parabéns Isabelle Sabbatini e Betty Abrahão!  
Marina Zerbinatti, juíza do trabalho

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