29/11/17 Obesidade feminina

Problema aumenta as chances de infertilidade entre mulheres

Diabetes, infertilidade, ansiedade, depressão, problemas cardiovasculares, cânceres e o aumento da pressão arterial são algumas das possíveis consequências do sobrepeso. No caso das mulheres, a dificuldade para engravidar soma-se a todos esses problemas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Verhum, recentemente, mulheres obesas submetidas à fertilização in vitro tiveram uma taxa de abortamento espontâneo de 66,6%, contra 17,8% entre aquelas que tinham sobrepeso e 13,8% entre as que estavam no peso normal.
Segundo o médico Leonardo Salles, a complicação, além de dificultar a gravidez natural ou por técnicas de reprodução assistida, também provoca o aumento das possibilidades de aborto, prematuridade, pré-eclâmpsia e infecções pós-parto. “O fator principal que influencia na infertilidade da mulher obesa é o excesso de estrogênio (hormônio sexual feminino), cuja produção está diretamente associada à gordura corporal. O seu excesso causa um desequilíbrio que pode impedir a ovulação, e por consequência, a diminuição das chances de gravidez e instalação da infertilidade”, explica.
Leonardo esclarece que a obesidade abdominal ocorre entre pessoas com circunferência da cintura acima de 88 cm, no caso das mulheres, e de 102 cm, nos homens. “Este tipo também pode causar a diabetes gestacional, desencadeada por alterações no metabolismo materno e agravada pelo ganho de peso excessivo durante a gestação, idade materna avançada e quadro de hipertensão arterial. Na maioria dos casos, a doença desaparece após o nascimento do bebê, mas aumenta as chances da mulher desenvolver doenças cardiovasculares e a probabilidade de voltar a apresentá-la após a menopausa”, aponta.
Uma pesquisa da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde, e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, constataram que o sobrepeso e a obesidade são causadores dos principais cânceres que atingem a população feminina, como o câncer de colo do útero, endométrio, mama, útero e ovário.
 
 


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Ligia Rafful

 

Na matéria da revista Absoluta, em que Isabelle Sabbatini escreveu o texto sobre Egas Francisco, tive uma certeza: ela compreendeu um gênio !!!!!!
As suas palavras descrevem Egas como alguém "que inspira mansidão, acolhimento, ousadia e loucura". Esta é a síntese da genialidade de quem suplanta todas as expectativas de ser apenas um igual e abraça com ousadia e coragem as suas próprias contradições para construir um novo caminho. Pessoas que extrapolam os conceitos vulgares de simplesmente existir e, assim, atingem a genialidade. Pessoas que tornam menos sombria a condição humana, porque elas tem a criatividade e a força de espírito maior do que a maioria das pessoas integradas no contexto do existir comum.
Parabéns, Isabelle !!! Amei a matéria !!!! Bjs
Anna Maria Badaró, artista plástica

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