19/02/18 Febre amarela

Algumas dúvidas ainda persistem na população

A vacina contra a febre amarela dura apenas dez anos ou a vida toda? Em quais casos a vacina é contraindicada? O que fazer para se proteger dos mosquitos que a transmitem? 
Com tantas informações e novidades diárias sobre a febre amarela, a população ainda tem muitas dúvidas sobre o assunto. O infectologista Lívio Dias, afirma que a antiga orientação das autoridades de saúde era de que a vacina tinha validade de dez anos. Porém, após uma série de estudos e pesquisas na área, a Organização Mundial da Saúde reconheceu que uma dose da vacina garante imunidade pela vida toda.
“A recomendação de dose única, por enquanto, se aplica apenas à dose padrão. Para a dose fracionada, que equivale a um quinto de uma dose padrão, a validade é de pelo menos oito anos, e é possível que a pessoa tenha que se vacinar novamente no futuro, estudos nesse sentido estão em andamento”, afirma o especialista.

Confira abaixo outras dicas do profissional: 

Quais as dicas para as pessoas que não podem tomar a vacina?

Usar roupas claras e compridas, evitar usar perfumes, pois podem atrair o mosquito, usar repelentes, evitar visitar as áreas de risco e sempre fechar janelas e portas, principalmente se a pessoa morar em uma área com ocorrência de casos de febre amarela. No caso de bebês com menos de dois meses, quando o uso de repelente não é indicado, a recomendação é usar um mosquiteiro em volta do berço e manter o ambiente fechado e fresco.

As gestantes não devem se vacinar em nenhuma situação?
Usualmente as gestantes não devem ser vacinadas para a febre amarela. Em situações especiais de risco, que deverão ser avaliadas individualmente, a vacina pode ser indicada para gestantes. Vale reforçar que as medidas protetoras contra a picada do mosquito transmissor deverão ser utilizadas, particularmente, por aqueles com impossibilidade de receber a vacina.

Se a mulher se vacinou e não sabia que estava grávida, quais os riscos que ela corre e o que deve fazer?
Ainda que não recomendada na rotina para mulheres grávidas, quando utilizada na gestação, a vacina não demonstrou correlação com malformações do bebê e nem maior risco de abortamento. Caso tenha recebido a vacina inadvertidamente durante a gestação, o ideal é informar ao médico para que ele faça um acompanhamento adequado.

Na amamentação, qual a recomendação em relação à vacina para febre amarela?
Mães amamentando bebês com menos de seis meses de vida, como regra geral, não devem ser vacinadas. Porém, aquelas que vivem ou necessitam circular em áreas de risco, poderão ter que se vacinar. Nessa situação, a amamentação deverá ser interrompida por dez dias após a aplicação da vacina. Mães que amamentam bebês maiores de seis meses não necessitam interromper o aleitamento, caso recebam a vacina.

Qual a diferença entre a febre amarela urbana e a silvestre?
Do ponto de vista dos sinais, sintomas e do vírus causador, trata-se da mesma doença. O que as difere é a forma de circulação e o mosquito transmissor. No ciclo urbano o Aedes aegypti é o principal mosquito vetor. No ciclo silvestre, a febre amarela é transmitida por mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Com a introdução da vacina em 1937 e com grandes campanhas de erradicação do vetor, conseguiu-se o controle e a eliminação da doença de ciclo urbano, sendo os últimos casos registrados no Acre em 1942.
 


Assine nossa Newsletter


























Quero agradecer e parabeniza-los pela matéria feita do Quality Itupeva na edição 105. Fiquei sinceramente impressionado com a estética e a riqueza de detalhes que fizeram ao montar à matéria!
Por favor, transmita nosso agradecimento a todos os envolvidos! Forte abraço!
Rodrigo Miluzzi
 

Temos muito a comemorar este mês, a Revista Absoluta completa a maioridade, seus 18 anos. Chega nesta idade com um know how grandioso em comunicação, uma trajetória brilhante, uma revista visualmente atrativa e de muito bom gosto.
Foram 18 anos muito bem vividos e, em cada edição, conseguimos ver o crescimento desse canal de informações que nos traz variedades de assuntos, sempre muito bem selecionados e escritos por pessoas capazes de produzir literatura de qualidade e que transformam palavras em emoções, além de informações para todos os gostos, sobre eventos e celebridades de nossa cidade.
Fico muito satisfeito em ter acompanhado de perto este crescimento e gostaria também de parabenizar a presidente da revista Sra. Betty Abrahão, pelo desempenho sempre à frente da revista, pelo bom gosto e dinamismo. Só posso desejar que Deus abençoe a todos os que contribuem direta e indiretamente pelo sucesso dessa revista, e parabenizá-los pelo desempenho especial de cada um.
Monsenhor Fernando de Godoy Moreira, pároco da Igreja Santa Rita de Cássia,

 

Mensagem