Absoluta

23/07/20 Diferenças culturais

Alguns costumes ao redor do mundo chamam a atenção de brasileiros

Viajando pelo mundo, é comum nos depararmos com costumes diferentes dos nossos e que nos causam bastante estranhamento. Isso acontece não apenas com as diversas religiões que existem pelo mundo, mas com histórias e culturas milenares que tiveram, como resultado, cidadãos com preocupações e comportamentos distintos dos brasileiros.
Para a Abreu, especialista em levar turistas para os melhores destinos ao redor do mundo, é normal ver seus viajantes um pouco espantados em outros países.

O Japão, por exemplo, deixa qualquer brasileiro fascinado. Por mais que se preparem para as imensas diferenças culturais, a extrema organização e limpeza das cidades japonesas sempre superam as expectativas dos turistas. Isso vai além de simplesmente jogar lixo nas lixeiras. As pessoas não comem nas ruas ou andando, não falam em transportes públicos (muito menos ao telefone), nem fumam em espaços públicos. Tudo isso contribui para um ambiente agradável para todos, inclusive para os visitantes.
Além disso, ao andar pelas ruas japonesas, sempre se vê pessoas utilizando máscaras – mesmo antes da pandemia do coronavírus. Com isso, as pessoas doentes visam não contaminar outros, mas não significa que estejam infectadas com algo grave. Basta uma gripe ou resfriado para que o japonês utilize a máscara.

Ainda na Ásia, a o Vietnã e o Camboja causam assombro por outro motivo: o trânsito. Em ambos destinos, as grandes cidades são bastante caóticas, e é preciso ter muita paciência ao andar a pé, principalmente para atravessar as ruas. Para completar, as motocicletas são extremamente populares entre vietnamitas e cambojanos. Os viajantes não apenas veem muitas delas circulando, mas podem se deparar com cenas como várias pessoas em cima de uma única moto, e motoristas lendo jornais, comendo e até dormindo sobre os veículos.

Quem faz viagens por vários destinos da China pode estranhar os seus horários. Mesmo com sua grande extensão territorial, o governo chinês decidiu utilizar apenas um fuso horário, 11 horas à frente do horário de Brasília. Isto significa que, enquanto amanhece às 5h da manhã em Xangai, em Lhasa, no Tibete, a luz do dia só chega às 7h. Por sua vez, a cidade tibetana tem o pôr do sol em torno das 21h, duas horas depois que a noite caiu em Xangai.

Mas não é só a Ásia que conta com diferenças culturais surpreendentes. Na Austrália, por exemplo, é comum ver pessoas descalças. Não, isso não acontece só na praia. Se no Brasil paulistas e cariocas discutem se é socialmente aceito ir a um shopping calçando chinelo de dedo, a Austrália já decidiu há muito tempo que os sapatos não são necessários em lugar nenhum, se essa for a sua vontade. Shoppings, cafés, aeroportos – não há limites!

Em países com influências árabes, como Marrocos e Egito, por sua vez, a pechincha é um hábito de todos os comerciantes nos souks. Para nós, brasileiros, isso não é tão estranho: adoramos a oportunidade de conseguir um bom desconto, e somos conhecidos ao redor do mundo por isso. Mas, segundo a Abreu, os vendedores marroquinos e egípcios não querem apenas lucrar mais. Se o turista aceita o preço inicial do produto, que geralmente é jogado às alturas, o vendedor não fica contente. O que traz alegria mesmo é o processo de negociação até chegarem a um acordo.

No Irã e na Turquia, a surpresa acontece no banheiro. Embora muitos hotéis tenham banheiros equipados como no Ocidente, outros estabelecimentos têm o toalete padrão do país: em forma de latrina no chão!

Numa visita à África do Sul, se os turistas quiserem aprender algumas palavras ou expressões no idioma local, a dúvida será: qual delas? O país reconhece onze línguas oficiais, como inglês, africâner e zulu. O próprio inglês pode ser ouvido com mais variações de sotaque do que se pode contar. Para completar, há muitos trabalhadores estrangeiros vivendo na África do Sul, o que faz com que seja comum escutar francês, português e outras línguas africanas nas ruas.
 


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Na matéria da revista Absoluta, em que Isabelle Sabbatini escreveu o texto sobre Egas Francisco, tive uma certeza: ela compreendeu um gênio !!!!!!
As suas palavras descrevem Egas como alguém "que inspira mansidão, acolhimento, ousadia e loucura". Esta é a síntese da genialidade de quem suplanta todas as expectativas de ser apenas um igual e abraça com ousadia e coragem as suas próprias contradições para construir um novo caminho. Pessoas que extrapolam os conceitos vulgares de simplesmente existir e, assim, atingem a genialidade. Pessoas que tornam menos sombria a condição humana, porque elas tem a criatividade e a força de espírito maior do que a maioria das pessoas integradas no contexto do existir comum.
Parabéns, Isabelle !!! Amei a matéria !!!! Bjs
Anna Maria Badaró, artista plástica

A revista Absoluta sempre fez parte da minha vida. Com ela, aprendi a conhecer ainda mais a minha cidade. Hoje, como colaboradora da publicação, sinto-me honrada por participar da equipe. Parabéns a todos os profissionais e especialmente à querida Betty, uma comunicadora nata e empreendedora de comunicação de mão cheia. Um beijo
Ciça Toledo

 

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