1ª Casa Cor Campinas

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Começa amanhã, dia 28, a 1ª Casa Cor Campinas, mostra que reúne 54 ambientes mostrando trabalhos de arquitetura, design e paisagismo. A exposição acontece no Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, de 28 de agosto e 06 de outubro, trazendo 101 profissionais de Campinas e região.

Os ambientes foram norteados por conceitos de sustentabilidade e com referências ao paisagista Roberto Burle Marx, autor do projeto paisagístico do parque. Serão 11 mil m2 de mostra, ocupando o conjunto arquitetônico do local – casarão, tulha e capela – tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado (Condephaat) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc).

A mostra tem como tema Hospedaria do Café, calcado em fatos reais e que remete às raízes da histórica Fazenda Mato Dentro que, um dia, produziu café e açúcar e, atualmente, abriga o Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim. O mote parte da vocação que a fazenda poderia ter nos dias atuais, seguindo uma tendência de outras fazendas semelhantes na região – seu proprietário é um empresário do ramo do café, bem sucedido e que a utiliza para receber amigos, clientes e parceiros, além de familiares. Admirador das obras de Burle Marx e engajado nas causas sustentáveis, ele incluiu na propriedade referências a ambos os temas.

As intervenções realizadas nos bens tombados seguiram regras de reversibilidade que garantem que suas características arquitetônicas originais serão mantidas após o término da mostra. Para isso, os profissionais foram orientados por Helena Saia, uma das mais importantes arquitetas à frente de processos de restauro em São Paulo e responsável pela restauração dos prédios do Parque Ecológico, entre 1989 e 1991.

A Casa Cor Campinas traz ao público a oportunidade de conhecer as últimas tendências do mundo da decoração e os conceitos de morar bem e com estilo, por meio de projetos que mesclam o antigo e o novo, o clássico e o moderno, o tecnológico e o artesanal.

O projeto teve investimentos de R$ 5 milhões e gerou cinco mil postos de trabalhos diretos. A expectativa da organização é receber 50 mil visitantes durante a mostra. "O evento de Campinas deverá ser o terceiro maior da família Casa Cor em quantidade de público", afirma Sílvia Quirós, presidente da Casa Cor Campinas.


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