Acorda Brasil!

Please select a featured image for your post

“ACORDA BRASIL!!! Realmente o Brasil não é para amadores…”

No dia 4 de fevereiro, o presidente decreta estado de emergência em saúde pública para prevenir a chegada do novo coronavírus chinês. Apesar disso, os governadores mantêm o Carnaval e suas aglomerações.

Na quarta-feira de cinzas, parte da imprensa começa a tocar o terror, divulgando a pandemia e instalando pânico no país.

Nos dias que se seguem, governadores peitam o presidente da República e ordenam que as pessoas (exceto as relacionadas aos serviços essenciais) fiquem em casa, iniciando a quarentena.

Notícias se contradizem e as discussões se tornam acaloradas, demonstrando claramente o cunho político da situação.

Entrevistas cada vez mais longas passam a ser exibidas e seus protagonistas parecem gostar cada vez mais dos holofotes.

Hospitais de campanha são criados, equipamentos caros comprados sem licitação, tudo à espera de doentes que não chegam no volume esperado.

Números de mortos e infectados são confrontados, junto de uma série de outros fatores questionáveis…

O presidente da República fala sobre o medicamento Cloroquina que, administrado logo no início dos sintomas pode frear o avanço da doença. O rebuliço é instaurado com extrema resistência ao uso do medicamento por vários estados e municípios (leia-se governadores e prefeitos), inclusive pelo Ministro da Saúde.

Médicos da cúpula do governo de certo estado, contaminados, são curados, mas não revelam o medicamento usado por questões “pessoais”.

Surge nas mídias sociais a receita prescrita para um desses médicos – infectologista, coordenador do comitê de saúde do grupo de contingência do Covid-19 deste mesmo Estado -, assinada por ele mesmo, que atesta o uso do tal medicamento.

Questionado sobre a veracidade da receita, o médico confirma que ele mesmo se auto prescreveu e critica o presidente pelo questionamento do uso ou não do remédio.

Os demais médicos decidem, então, revelar o uso da Cloroquina.

Um certo governador vai a público afirmar que este mesmo médico – infectologista, coordenador do comitê de saúde do grupo de contingência do Covid-19 – do seu Estado, recomendou ao Ministro da Saúde que distribuísse o medicamento na rede pública do país.

O interim da conversa todos já sabem.
O que nos resta agora é aguardar os próximos capítulos dessa novela.

Realmente, o Brasil não é para amadores!! 

Nenhum Comentário Ainda

Deixar uma Resposta

error: Content is protected !!