Avaliação e teste do mau hálito

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O mau hálito (ou halitose) existe na população desde o princípio da humanidade e o maior problema para quem sofre é descobrir. Como o nariz se acostuma com o cheiro, a chamada fadiga olfatória, quem tem mau hálito não o sente, e quem sente nem sempre se sente confortável em abordar o assunto.

Segundo o Dr. Sérgio Salomão Abdala Caruí, especialista no assunto, a dica é ter uma conversa particular com a pessoa que apresenta o problema, pois o mau hálito pode causar uma discriminação social importante que acaba por isolar o indivíduo do convívio social ou então faz com que ele se retraia e tenha até problemas profissionais.

Apesar de uma outra pessoa ter papel importante no diagnóstico, uma avaliação pode ser feita pela própria pessoa.

Um teste sugerido pelo especialista é passar a língua no punho e aguardar 30 segundos. Cheirar o local. Se notar um aroma desagradável é melhor perguntar a uma pessoa de confiança e procurar tratamento.

“Uma boa notícia é que o problema tem solução”, garante o Dr. Salomão. E ela não está nas balas ou enxaguatórios bucais que só marcaram temporariamente o problema. A solução está em descobrir a causa do mau hálito, que não é uma doença e sim um sintoma, como por exemplo, as variações fisiológicas e adaptativas do indivíduo e os hábitos alimentares. O especialista na área deve atuar como um clínico geral, investigando todos os sintomas do paciente. “Um paciente pode apresentar mau hálito decorrente de um diabetes ou uma escamação na pele pode ser a chave para se diagnosticar uma síndrome que causa o mau hálito”, explica o especialista.

 

 

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