Blocos no carnaval de Campinas

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Os blocos carnavalescos tradicionais de Campinas como City Banda, Tomá na Banda e Unidos do Candinho, deram seu grito de carnaval oficialmente no dia 14 e anteciparam a folia.

Cerca de mil pessoas se concentraram na Rua Guilherme da Silva para prestigiar a festa da City Banda, que começou com uma homenagem a João Rodrigues, ex-proprietário do City Bar. “Fico muito feliz de ser lembrado por amigos tão queridos. E pensar que a City Banda começou como uma brincadeira de rifa na mesa 10 do bar”, disse Rodrigues.

A publicitária Patrícia Franceschini foi eleita a 15ª Rainha da City Banda. Após a eleição da rainha do bloco, com a animação de um trio elétrico, salva de rojões e debaixo de uma chuva torrencial, a City Banda deu início ao seu 15º desfile pelas ruas Coronel Quirino, General Osório, Conceição, Maria Monteiro e Guilherme da Silva, trajeto de praxe.

Já na eleição da rainha do Bloco Tomá na Banda, que completa 24 anos neste carnaval, quem se deu bem foi Érica Ramos, uma das dez candidatas ao posto. A festa do bloco aconteceu no Clube Semanal de Cultura Artística e foi marcada pela tradicional feijoada, roda de samba de Ido Luiz, show de mulatas e muita música com as cantoras Ilcéi Miriam e Valéria Santos. Cerca de 100 pessoas curtiram as atrações e o almoço.

Se depender do presidente da Tomá na Banda, Camilo Chagas, a festa de 2010, contará com um show de grande porte. “Vamos tentar fazer um evento maior. Afinal, chegaremos ao 25º ano de tradição e folia”.

Em Sousas, o bloco Unidos do Candinho – iniciativa do Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira para integrar usuários, parentes, funcionários e a comunidade de Sousas – agregou mais de 300 pessoas com o tema escolhido Respeito ao Direito e à Convivência. Mesmo com chuva, não houve quem não sambasse com o samba-enredo composto por Josué Monteiro, usuário do serviço.

O bloco, que chegou ao seu 16º carnaval, contou pela primeira vez com uma bateria formada por cerca de 40 ritmistas. “A maioria deles é formada por usuários do serviço de saúde mental da cidade. Foi uma alegria ensaiá-los e saber que esse trabalho terá continuidade”, disse o percussionista Magrão. Segundo ele e o também músico José Siqueira, parte da renda arrecadada com a venda das camisetas do bloco neste ano será revertida para a compra de instrumentos musicais, que serão usados em oficinas de arte.

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