Cuidado indispensável

Para quem usa protetor solar apenas no verão, fica o alerta: apesar de não deixar a cútis queimada, a incidência de raios solares continua forte durante o inverno, atravessando as nuvens e atingindo a pele, o que causa envelhecimento precoce, perda de elasticidade, manchas, rugas e ressecamento. E mais: lâmpadas fluorescentes, celulares e computadores emitem uma luminosidade que também contém radiação UVA e UVB. “Dessa forma, mesmo no frio, ressaltamos a importância do uso do fotoprotetor diariamente, pela manhã e após almoço” aconselha a dermatologista Ana Regina Franchi Trávolo.
A radiação dos celulares tem sido muito discutida entre especialistas por conta do vício em smartphones. Ela é considerada baixa, não-ionizante, mas mesmo assim, pode causar danos à pele. “Boa parte das pesquisas comprova a capacidade dessa radiação de causar estresse oxidativo, que é a produção excessiva de radicais livres em virtude da exposição contínua”, explica Ana. “Apesar de o organismo possuir a capacidade de eliminá-los, a quantidade é tão grande que o corpo fica incapaz de dar conta, o que pode levar aos danos celulares e doenças”, completa.
A indicação é que o filtro solar seja usado no rosto, pescoço, colo, mãos e braços e reaplicado a cada quatro horas, principalmente nas partes descobertas pelas roupas de inverno. Além disso, por conta da estação, pode-se utilizar um produto com maior poder de hidratação, devido à probabilidade alta de ressecamento da pele. 

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