Dança para inclusão

O Centro de Dança Integrado (Cedai) é uma Organização Não Governamental que realiza um trabalho de integração entre bailarinos e profissionais das áreas de Arte e Educação e bailarinos que apresentam uma condição de deficiência ou necessidades educativas especiais e seus familiares, através da dança, da música e das artes plásticas.

O projeto traz como um de seus focos ampliar o universo das companhias de dança do país e é uma das pioneiras em Campinas a integrar pessoas com necessidades especiais e profissionais da dança num mesmo contexto.

Além contemplar e potencializar a expressão artística, o Cedai busca sensibilizar e conscientizar a sociedade para questões como inclusão social, ética e cidadania.

A criadora do projeto e diretora da ong é a bailarina e pedagoga Keyla Ferrari Lopes, que tem uma vasta experiência em trabalhos com pessoas portadoras de necessidades especiais. Keyla tem habilitação em Educação Especial; fez cursos de dança no Brasil, Argentina e Inglaterra; é especialista em Atividade Motora Adaptada; formada em Ballet Clássico e cursou Dança Social, Contato e Improvisação em Londres, na Inglaterra, onde iniciou integração com bailarinos portadores de deficiência física. É mestranda em Educação Especial e leciona também na Sorri Campinas, APASCAMP e projeto APAE Cultural Limeira Humaniza. Em 2007 e 2008, a bailarina esteve na Suíça e Itália coordenando seminários e intercambiando profissionais e pessoas com necessidades educativas especiais do Brasil e da Europa, e este ano deverá repetir o trabalho em março.

Para efetivar e legitimar sua proposta. Keyla cadastra e integra profissionais e/ou amadores: bailarinos, fisioterapeutas, atores, pedagogos e professores, familiares de alunos (todos voluntários) para o atendimento de crianças, jovens e adultos, com diferentes condições de deficiências tais como: auditiva, física, visual, mental, Síndrome de Down, cadeirantes e outras.

O Cedai atende cerca de 50 alunos de várias faixas etárias e de diferentes potencialidades artísticas e rítmicas, respeitando as limitações de cada um e aprimorando suas potencialidades.

As aulas gratuitas e os ensaios acontecem regularmente. Em 2006, a ong adquiriu uma sede em parceria com a empresa multinacional Bosch. Para a manutenção do projeto, são realizados bingos, festas, rifas, vendas de pizzas, além da doação de materiais e serviços.

Mas informações pelo site www.humaniza.com.br/cedai

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