Entendendo a asma

Em 21 de junho, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Asma, doença responsável por mais de 100 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com dados do Ministério da Saúde. Caracterizada pela inflamação crônica das vias aéreas, 6,4 milhões de pessoas acima dos 18 anos sofrem com o problema no Brasil, sendo que as mulheres são as mais acometidas pela enfermidade. Apesar de não ter cura, atualmente, existem tratamentos que são capazes de amenizar os sintomas da doença e melhorar a qualidade de vida dos seus portadores.
Neste contexto, o pneumologista Oliver Nascimento listou algumas informações fundamentais sobre a asma. São elas:
– Crianças com pais asmáticos possuem um risco maior de desenvolver a doença. Se um deles possuir, o risco é de 25%, enquanto se os dois tiverem o problema, a probabilidade sobe para 50%; – A asma afeta pessoas de todas as idades, mas geralmente começa na infância. Nos Estados Unidos, onde mais de 25 milhões de pessoas são asmáticas, cerca de 7 milhões são crianças;
– Um dos principais fatores desencadeantes da doença são os ácaros, micro-organismos que se alimentam de pele descamada e que habitam carpetes, cortinas e travesseiros;
– Atividade física é fundamental para um estilo de vida saudável. A natação, por exemplo, ajuda no fortalecimento da musculatura respiratória. Já beber de dois a três litros de água por dia ajuda a fluidificar as secreções e facilita na sua eliminação;
– Asmáticos precisam ter cuidado com os animais de estimação. Não é apenas o pelo que pode desencadear uma crise. A descamação natural dos pets, assim como sua saliva e urina, são capazes de atuar como gatilhos para a doença;
– O tabagismo e fumo passivo levam à piora dos sintomas. Ou seja, mesmo se a pessoa que possui asma não fumar, ela pode ser prejudicada pela fumaça dos outros;
– Evidências epidemiológicas demonstram que a obesidade resulta em um risco elevado de desenvolvimento do problema.

 

 

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