Fórum de Combate à Fome

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Nesta quinta e sexta-feira, dias 4 e 5 de março, acontece o 1º Fórum de Combate à Fome na América Latina e Caribe na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Participaram do encontro a Frente Parlamentar Contra a Fome, com o apoio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e autoridades parlamentares de mais de dez países latinoamericanos.

Segundo estáticas da FAO, um em cada seis habitantes do planeta não come ou não bebe água todos os dias. “É preocupante, pois a meta de reduzir pela metade a fome no mundo até 2015, um dos objetivos do milênio observados pela ONU, corre o risco de não poder ser cumprido se continuarmos com os baixos investimentos que temos feito no combate à fome”, observa Elsa Rojas, representante da Confederação de Parlamentos das Américas.

Daniel Balaban, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), se ofereceu para exportar a outros países o modelo de programa alimentar escolar adotado no Brasil. Já o deputado federal Nazareno Fonteles, presidente da Frente Parlamentar, afirmou buscar recursos para criar uma rede de Restaurantes Populares gratuitos em todo o país.

“É um sonho que só pode ser realizado quando acabarmos com aquele pensamento de que programas como o Bolsa Família e outros de distribuição de renda são ‘esmola’. A liberdade só poderá vir quando não houver mais aqueles que exploram a fome”, afirmou Fonteles.

“O modelo brasileiro é pioneiro porque une a qualidade na alimentação escolar e priorização da agricultura familiar para abastecer esse serviço. De um orçamento de R$ 3 bilhões, R$ 900 milhões, pelo menos, são compras feitas da agricultura familiar, por força de lei. Falamos pelo menos porque esses 30% são uma fatia mínima, pode ser maior. Esse é um modelo que pode e deve ser exportado para a América Latina e todos os outros países em desenvolvimento no mundo. O Brasil pode compartilhar essa experiência”, enfatizou Balaban.

Segundo estáticas da FAO, um em cada seis habitantes do planeta não come ou não bebe água todos os dias. “É preocupante, pois a meta de reduzir pela metade a fome no mundo até 2015, um dos objetivos do milênio observados pela ONU, corre o risco de não poder ser cumprido se continuarmos com os baixos investimentos que temos feito no combate à fome”, observa Elsa Rojas, representante da Confederação de Parlamentos das Américas.

 

 

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