Ginástica Cerebral ajuda a manter a mente ativa

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A ginástica cerebral nasceu nos EUA, com Paul Dennison, terapeuta educacional da Universidade da Califórnia. O intuito da técnica é estimular o poder de concentração, memorização, alívio do estresse, coordenação motora, rapidez de raciocínio e estímulo da criatividade na terceira idade.

Segundo pesquisas, os movimentos das mãos e dos dedos são os que mais estimulam o cérebro e aumenta em 25% a circulação sanguínea das células cerebrais. Os exercícios estimulam o cérebro a produzir grande número de substâncias regenerativas, entre elas a endorfina, que traz a sensação de bem estar e vitalidade. Ela contribui também para diminuir os níveis de adrenalina.

Os exercícios da ginástica cerebral trazem a garantia de um envelhecimento saudável, agradável e produtivo, através da diminuição das perdas neurológicas, exclusão social e o isolamento. O cérebro bem usado melhora com o tempo e previne as doenças e degenerações comuns na velhice. Para quem tem Mal de Parkinson em fase inicial, os sintomas podem ser combatidos através de estimulação cerebral, que pode até retardar sua progressão, principalmente no que diz respeito à rigidez muscular e lentidão dos movimentos. Os exercícios têm como objetivo desacelerar a doença, impedir o desenvolvimento de complicações e manter ao máximo as capacidades funcionais do paciente e sua mobilidade.

 

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