Mão de obra estrangeira cresce em Campinas

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Na semana passada, dia 24 de junho, a consultoria PricewaterhouseCoopers promoveu a palestra “Administrando expatriados”, destaque do Seminário “Mão de obra estrangeira no Brasil e brasileira no exterior” organizado com a parceria entre o Brasil e a Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, no Hotel Vitória, em Campinas.

A cidade tem atraído multinacionais para a região e, segundo Rodrigo Hajjar, diretor da Secretaria de Cooperação Internacional da Prefeitura de Campinas, “50 das 500 maiores empresas do Brasil estão instaladas na região”. Entre 2008 e 2009, a quantidade de empreendimentos de comércio exterior aumentou de 27 para 89.

Na palestra foi discutido o cenário internacional e a tendência é aumentar os investimentos externos no país com a vinda de corporações que trazem estrangeiros para a transferência de conhecimento. Entretanto, é relevante o índice de desistência desses profissionais logo no primeiro ano de trabalho no Brasil, seja por não adaptação da família ou pelo fato de a empresa não corresponder às expectativas do executivo.

Desta forma, segundo Flávia Fernandes, gerente sênior em Campinas, “objetivo é sugerir procedimentos para que as empresas possam minimizar os impactos negativos da transferência internacional de estrangeiros para o país”, explica. Além da não adaptação no novo país, o profissional estrangeiro chega a custar de três a sete vezes mais caro que a mão de obra local, já que a empresa tem total responsabilidade sobre o executivo, incluindo custos com alocação, assistências médica, repatriamento, entre outros.

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego apontam crescimento de 25.440 para 42.914 autorizações conferidas para estrangeiros entre 2006 e 2009. Só até março deste ano, foram 11.530 autorizações.

 

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