Memória de Indaiatuba

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A Fundação Pró-Memória começou a trabalhar no Projeto “40 mil Páginas da Memória de Indaiatuba”, um resgate de números de casos criminais dos 2.328 documentos do fundo do Cartório de Registro de Imóveis de Itu, desde 1892 até a década de 60.

Entre os casos que marcaram a cidade está o incêndio na loja “Secos e Molhados”, que ficou totalmente destruída em uma manhã de domingo de Páscoa no ano de 1937. Em função do acontecimento o dono acabou se suicidando.

Na mesma época, o índice de suicídio atingiu níveis altíssimos. Depois de muitas análises, foi descoberto que a maioria dos casos estavam ligados ao defensivo agrícola, que afetava o sistema nervoso das pessoas, levando-as a depressões profundas.

Segundo Marcelo Alves Cerdan, superintendente da Fundação, estes documentos trazem inúmeras respostas como a localização, arquitetura e vestimentas de cada época. “Eles são janelas para que possamos adentrar ao passado para entendermos as práticas culturais daquela época. Assim, cada pesquisador irá atrás do tema que quiser”, conclui .

 

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