Mudança de planos

Quando um imprevisto acontece depois de planejada a viagem, e é necessário cancelar as passagens, a dor de cabeça pode ser gigante. Pensando nisso, Eduardo Giansante, CEO do E-Dublin, dá dicas de como evitar esse transtorno ou contornar a situação.
De acordo com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), uma boa forma de evitar problemas na hora do cancelamento das passagens é ler atentamente as condições de aplicação de tarifa no momento da compra, que fica disponível nos sites de todas as companhias aéreas e muitas vezes no momento de cotação de um voo.
Vale atentar também que, na maioria dos casos, as condições para cancelamento e alteração de uma passagem variam com o preço do bilhete. Ou seja, bilhetes promocionais nem sempre garantem reembolso completo ou imparcial; já as passagens executivas geralmente são mais flexíveis. É possível ainda trocar a data, horário e até mesmo destino do voo, porém, esses procedimentos estão sujeitos a custos adicionais.
Na hora do cancelamento e reembolso, o artigo 49 do código de defesa do consumidor garante que o passageiro pode desistir da compra de passagens compradas no Brasil no prazo de sete dias, a contar do ato de recebimento de seu e-ticket. Segundo a ANAC, quando solicitado o reembolso de uma passagem, as companhias aéreas têm o direito de reter uma porcentagem do valor pago – que pode variar de acordo com as tarifas -, além disso, elas têm o prazo máximo de 30 dias para efetuar o pagamento do reembolso do passageiro. Por esse motivo é necessário ler atentamente esse detalhes no ato da compra.
No caso de falecimento de um familiar próximo, é garantido o reembolso integral das passagens. O mesmo acontece caso o passageiro tenha comprovadamente uma doença grave e por esse motivo desista da viagem, nesse caso, é necessário que seja comprovado antes da data de embarque.

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