Peru

Confesso que o Peru não constava da minha lista de destinos desejo. Mas foi impossível não aceitar o convite, ainda mais depois de ver o roteiro, recheado de atrações. Assim, no final do ano passado, visitei o país na companhia de alguns jornalistas.
O resultado não podia ser outro: quero voltar. E logo! São vários os motivos, a começar pela hospitalidade do povo peruano, sempre atencioso, gentil e respeitoso. Depois, porque em nenhum outro lugar do mundo senti uma energia tão incrível. É sério! Além disso, o país oferece uma infinidade de atrações, para todo tipo de público (e eu que pensava que era apenas um destino “paz e amor”).
Ainda pouco explorado pelos brasileiros, o Peru é um dos lugares mais interessantes do mundo, que proporciona novas experiências, muito conhecimento, hospedagem em hotéis de alto padrão e passeios que vão além de Machu Picchu. Aventura, cultura, história, ótima gastronomia, são alguns dos atrativos deste nosso vizinho.
Ao decidir visitar o país, berço de uma das civilizações mais antigas do mundo, o importante é não se deixar levar pela primeira impressão, já que é grande a desigualdade social. Com o tempo, a herança do povo andino encanta, com uma cultura rica e misticismo por toda parte.
A gastronomia é um dos destaques. Considerada uma das mais privilegiadas do mundo, contempla o intercâmbio cultural, onde se destacam a imigração espanhola, africana, chinesa, japonesa e italiana. Ceviche, cuy (prato tradicional feito com carne de porquinho da Índia), quinoa, lhama, alpaca (animal similar à lhama) e doce de lúcuma (fruta tradicional dos Andes) são alguns pratos típicos da região. Mas os peruanos também comem bastante arroz, batata, peixes, carnes e legumes, bem ao gosto brasileiro. Entre as bebidas, o famoso pisco sauer, feito de pisco (destilado de uva), clara de ovo, gelo, limão, açúcar e um toque de pimenta; forte como a cachaça; e a chicha, preparada com milho, canela, abacaxi, maçã e limão. O chá de coca é tomado para amenizar os efeitos da altitude. Mas não espere nenhuma sensação “diferente” ao tomá-lo. As cervejas, curiosamente, nem sempre são servidas geladas, e as mais conhecidas são a Cusqueña, a Arequipeña e a Paceña.
Com forte influência da cultura dos ancestrais, a agricultura e a pesca, além da mineração, são os principais pilares da economia do país, que conserva impressionantes monumentos históricos e sítios arqueológicos, relíquias do Império Inca. O comércio de artesanatos, roupas típicas em cores vibrantes e lã de alpaca, e pratarias, pode ser encontrado em vários locais com preços interessantes, principalmente no interior do país, e é praticamente impossível sair de lá sem fazer umas comprinhas. 
 
LIMA
Segunda maior cidade do mundo construída sobre o deserto – a primeira é o Cairo -, a capital Lima tem 10 milhões de habitantes e fica há duas horas de São Paulo. Banhada pelo Oceano Pacífico, é um dos centros históricos mais ricos do mundo, e mescla influências espanholas com traços da cultura local, o que deu à cidade o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.
Lá, não chove. As casas não têm telhados e as ruas não possuem bueiros. Tudo é irrigado e a água provem do descongelamento das geleiras dos Andes. Apesar de ser uma cidade litorânea, é difícil ver o sol brilhar, já que praticamente todos os dia do ano são cinzentos.
Os mais de mil casinos e casas noturnas fazem sucesso e atraem turistas. Entre os principais pontos de interesse estão o distrito financeiro de San Isidro, a Praça das Armas, o Palácio do Governo, a Catedral, o Convento de Santo Domingo, e o bairro de Miraflores – o mais elegante da cidade – onde ficam os hotéis de luxo e centros de compras, como o Larcomar, que reúne marcas internacionais, bares e restaurantes com uma vista incrível do mar, já que fica em cima de um penhasco.
O Museu Larco Herrera é imperdível, pois reúne imenso acervo particular de objetos arqueológicos e cerâmicas de mais de 3 mil anos. As peças são exibidas em ordem cronológica, facilitando a compreensão. Entre os destaques, a excêntrica coleção de arte erótica. No final, um charmoso café convida para uma parada enquanto se aprecia a beleza dos jardins.
A noite e aos finais de semana, o Parque de La Reserva fica cheio. Restaurado em 2007, passou a exibir o Circuito Mágico del Água que, segundo o Guinness Book, é o maior complexo de fontes de água do mundo em um parque público. São 13 fontes, cada uma com uma peculiaridade e formatos especiais. 
 
1 – Para se hospedar, uma boa opção é o Hilton Lima Miraflores, localizado no centro da cidade, a 10 minutos do shopping Larcomar. Com estilo contemporâneo, oferece quartos amplos, confortáveis, bem decorados e serviço atencioso. O restaurante é bastante agradável e oferece várias opções no café da manhã, almoço e jantar.
 
2 – Para jantar, uma opção certeira é o restaurante La Rosa Náutica, um dos mais conhecidos da cidade. Construído sobre as águas, o casarão de madeira com grandes janelas de vidro, chama a atenção de qualquer lugar da orla. Seu acesso é feito por um píer com lojas bacanas. A cozinha é internacional e apresenta caprichados pratos típicos peruanos.
 
3 – Para curtir a noite, o Resto-Bar Ayahuasca é um dos mais populares em Lima. O ambiente é diferente e cheio de salas, cada uma decorada de um jeito, e a gente se diverte fazendo fotos. O lugar serve aperitivos saborosos e drinques tipicamente peruanos.
 
PARACAS
Há quatro horas de Lima, Paracas é um lugar para relaxar, com praia de um lado e deserto de outro. O trajeto é feito pela rodovia Panamericana, aquela que liga o Alasca à Terra do Fogo. Mas é possível seguir também pela costa – estrada Costa Verde -, cujas areias são grossas e escuras. No caminho, do lado do deserto, ainda é possível ver a área que abrigava 14 pirâmides, a maior delas a do Deus Sol. Digo “ainda” porque com o tempo elas estão sendo cobertas pela areia.
Nos finais de semana de muito calor, o balneário costuma receber muitas famílias em seus hotéis, resorts e condomínios de luxo.
 
4 – No deserto de Paracas é possível fazer passeios de buggy e sandboard pelas dunas de areia fina, o que garante muita diversão. Assistir o pôr-do-sol é obrigatório, pois a paisagem é de “cair o queixo”.
 
5 – Depois de passear pelas dunas do deserto, a dica é contratar um piquenique noturno; isso mesmo, um piquenique no deserto. Esta foi uma das experiências mais incríveis da viagem. Depois de perder o fôlego com manobras radicais pelas dunas, um oásis em meio ao deserto escuro. Uma tenda armada, luzes coloridas, pista de dança, fogueira, almofadas enormes, puffs e tapetes, além de uma barraca para o preparo de bebidas e churrasco peruano e uma mesa cheia de petiscos. Tudo ali, em meio àquela imensidão de areia, sob o céu estrelado.
 
6 – Para se hospedar, o Aranwa Paracas Resort & Spa é uma das melhores opções da região. De frente para a praia – que é muito diferente daqui -, é ideal para famílias, já que possui uma extensa área livre com duas piscinas, spa completo, restaurante sofisticado e quartos amplos e confortáveis, todos com varanda.
 
7 – Bem próximo à costa, as Ilhas Ballestras são protegidas pela Reserva Nacional de Paracas, e abrigam uma rica vida marinha, com uma quantidade enorme de aves, pinguins e leões marinhos. O trajeto até lá é feito em lanchas, e o passeio  leva cerca de duas horas. No caminho é possível avistar o “Candelabro”, figura enigmática desenhada na areia, que desafia o tempo. A idade estimada é de 2.500 anos e ninguém sabe quem a fez e nem por qual motivo. Ao chegar as ilhas, muita atenção, proteja bem o corpo e a cabeça, já que pela quantidade de aves que sobrevoam o local, você pode ser atingido pelo que eles chamam brincando de “Força aérea peruana”. Chegando mais perto das ilhas, a beleza do lugar se mistura a um cheiro muito forte (quase insuportável), oriundo das fezes dos animais. Um cheiro que você nunca mais vai esquecer.
8 – Um passeio bastante conhecido, precisa de “estômago” para ser encarado. O sobrevoo das Linhas de Nasca é feito em aviões monomotores de 12 lugares que saem de Pisco, a 12km de Paracas. O conjunto de geoglifos, considerados Patrimônio Mundial da Unesco desde 1994, são formados por centenas de figuras de animais, seres humanos e figuras geométricas, e é considerado um dos maiores mistérios da humanidade. As teorias populares apontam para raças ancestrais, calendários astronômicos ou aterragens de naves extraterrestres. Até chegar às principais figuras, que só podem ser vistas do alto, o voo leva cerca de 30 minutos, e é quando começam as inclinações da aeronave, que chegam a 90 graus, se alternando de um lado para outro. Queda de pressão e enjoo são comuns aos corajosos passageiros.
 
CUSCO
A cidade de Cusco fica a 1h30 de Lima e transborda história. A viagem é feita de avião, com sobrevoo da Cordilheira dos Andes. Uma oportunidade incrível de admirar a imensidão e maravilha da cadeia montanhosa.
Os efeitos da altitude são sentidos logo na chegada, o que eles chamam de soroche. É imprescindível descansar pelo menos três horas, beber muita água e se alimentar de forma leve.
Em Cusco há acomodações para todos os gostos e bolsos e também variedade de restaurantes e atrações culturais. A maioria dos nativos ainda falam o idioma quechua e preserva o jeito de se vestir e alimentar. O artesanato local é farto com tecidos coloridos de algodão do Peru, um dos melhores do mundo, e também de pelo de Alpaca, uma lã de altíssima qualidade.
Na Praça das Armas estão localizadas a Catedral de Cusco e a Igreja de San Francisco. Em estilo barroco, seus interiores têm altares de ouro e prata, além de um vasto acervo de obras de arte.
 
9 – Conhecido como o Templo do Sol, o Templo Korikancha é uma obra da arquitetura Inca. Construído pelo imperador Pachacuti, é feito de pedras polidas enormes, encaixadas perfeitamente. O mais impressionante é imaginar como cada pedra chegou até ali e como foram encaixadas daquele jeito. O local era usado para rituais e oferendas ao deus Sol.
 
10 – Para conhecer um pouco mais da cultura peruana, vale jantar no restaurante El Tunupa, que apresenta show folclórico. A comida deixa a desejar, mas o show é animado e a gente se diverte bastante.
 
11 – Com ótima localização, o Aranwa Cusco Boutique – uma mansão reformada do século XVI -, é uma das boas opções para se hospedar. As suítes são amplas e decoradas com peças de época.
 
VALE SAGRADO
Ao redor da cidade de Cusco fica o Vale Sagrado, onde é possível conhecer sítios arqueológicos, como o Sacsayhuaman, uma fortaleza que demorou 50 anos para ser construída. Sua área de prolonga por mais de cem quilômetros, à uma altura média de 2.800 metros sobre o nível do mar, o que proporciona condições excepcionais para o cultivo de plantas e criação de animais. A terra é fértil e conta muitos riachos que nascem nas cordilheiras e caem por entre os bosques nativos mais altos do mundo (4.200 metros de altitude).
 
12 – Pisac é um vilarejo próximo onde há ruínas que demonstram parte do sistema de agricultura utilizado na época. A forma inteligente que os Incas manuseavam os recursos naturais impressiona, principalmente pela capacidade de produção que tinham sem prejudicar o ambiente.
 
13 – O Museu Inkariy vale ser visitado, já que conta, com uma estrutura moderna e interativa, as singularidades de diversos povos do Peru. Uma verdadeira aula de história e uma volta a um passado.
 
14 – Não deixe de conhecer o centro de artesanato Awanacancha. Lá é possível observar as cholas (mulheres peruanas que usam traje típico, todo colorido) tingirem as peles de alpaca e tecer peças de vestuário, além de aprender mais sobre o cultivo de milhares de espécies de batata, e as técnicas de tingimento das lãs.
 
15 – Para se hospedar, o Aranwa Sacred Valley Hotel and Wellness é uma opção acertada. Os quartos são amplos e bem decorados em estilo colonial. Alguns, com vista linda de lagos e montanhas. Na propriedade, é possível interagir com lhamas (cuidado, elas podem cuspir, o que não é nada agradável!). Uma capela chama a atenção pela riqueza de detalhes na decoração, e de onde se tem uma vista linda de toda área. 
 
16 – As Salineiras de Maras compõem um cenário único, com mais de três mil pequenos poços utilizados desde a época inca para extração de sal, um dos melhores do mundo. Ali, várias lojinhas vendem artesanato e sal, muito sal. 
 
17 – Os Terraços de Moray são ruínas intrigantes, cujos motivos da construção são incertos. Dizem que eram utilizadas para estudos agrícolas e desenvolvimento de sementes em temperaturas diferentes. Sua grandiosidade surpreende.
 
18 – Ainda habitada, a Fortaleza de Ollantaytambo é uma grande construção que demonstra como era um povoado. Conserva através do tempo casas, ruas e canais, com destaque para o Templo do Sol. Na entrada, alguns cafés (se é que posso chamar assim) e várias barracas e lojinhas vendem artesanato local. É de Ollantaytambo que sai o trem para Águas Calientes, cidade que antecede a subida a Machu Picchu.
 
19 – O trajeto entre Ollantaytambo e Águas Calientes pode ser feito por trem. Uma opção é o Vistadome, um trem panorâmico muito confortável de categoria intermediária, com janelas imensas, de onde é possível contemplar a beleza andina. Durante o trajeto é servido um lanche.
 
20 – Se for possível, durma uma noite em Águas Calientes e acorde bem cedo para iniciar a visita a Machu Picchu.

21 – Se decidir pernoitar em Águas Calientes, o Sumaq Hotel é uma boa opção. Localizado perto do rio Urubamba, está a apenas 20 minutos do sítio arqueológico de Machu Picchu e bem perto do centrinho onde estão os bares, restaurantes e mercado, onde se pode comprar artesanato local. 
 
MACHU PICCHU
Para chegar até lá, é preciso fazer um caminho de ônibus, em uma estrada bastante estreita onde, em alguns pontos só é possível passar um veículo por vez (é por esta estrada que fazemos a subida e depois a descida). Se você tem medo de altura, não sente na janela pois em alguns trechos, sentimos arrepios ao ver que estamos literalmente à beira do precipício.
Confesso que a ideia de que o passeio era apenas para mochileiros, como ficou estigmatizado, já é coisa do passado. Machu Picchu, a "cidade perdida dos Incas", é muito mais do que eu esperava. Contemplar tudo aquilo nos faz refletir. Não é à toa que é considerada uma das setes maravilhas do mundo.
As ruínas demonstram como era a forma de organização dos Incas. Atualmente, embora a Unesco tenha imposto um número máximo de visitantes por dia – 2.500 pessoas -, isso nem sempre é respeitado, o que tem causado preocupação devido a degradação do local. Há quem afirme que, em breve, em boa parte da área não será mais permitido caminhar entre as pedras. Só poderá ser contemplada de longe.
A parte mais alta proporciona uma das vistas mais incríveis do santuário. Ao fundo, a montanha Wayna Picchu (aquela que aparece nas fotos tradicionais) divide o cenário com as nuvens, o barulho das corredeiras do rio Urubamba e as ruínas. O sítio arqueológico é mesmo um dos lugares mais fascinantes do mundo e onde é possível sentir uma energia que não dá para explicar. Costumo dizer que é como se tivéssemos espaços vazios dentro do corpo e a energia do lugar preenchesse todos eles. A sensação ao sair de lá é de renovação.
Considerado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, em 1983, a cidade perdida é um convite a belas paisagens e, claro, boas fotos.
 
22 – Os mais aventureiros podem se arriscar na trilha do Wayna Picchu (montanha jovem em quéchua). Subir até o topo é uma experiência rara e de tirar o fôlego – literalmente. A caminhada pode durar até três horas e o número de turistas diários aceitos é restrito.
 
COMO IR

Sem dúvida, o mais indicado na hora de planejar a viagem é procurar uma empresa especializada no destino. A CVC tem vários pacotes focados em diferentes públicos. Além disso, eles personalizam roteiros de acordo com os gostos, vontades e expectativas de cada visitante.
 
23 – Muita gente gosta de fazer tudo sozinho, mas, neste caso, a dica é buscar ajuda.
 
24 – Contrate bons guias turísticos. Eles fazem, sim, uma diferença incrível em cada passeio. Muita história e curiosidade pode ser aprendida, o que certamente não aconteceria se você estivesse sozinho.
 
A título de curiosidade, a ave dos céus (condor), o felino da terra (puma) e a serpente do mundo subterrâneo são considerados os três animais sagrados do antigo Peru, por isso você sempre vai encontrar representações desses animais.
 
 
Confira alguns pacotes da CVC:
 
Machu Picchu Light (somente terrestre)
Duração: 3 noites
Valor: a partir de U$ 748, por pessoa em apartamento duplo
Inclui: Traslados de chegada e saída em todas as cidades do roteiro + 3 noites de hospedagem com café da manhã, sendo 1 em Lima e 2 em Cusco + passeio de dia inteiro a Macchu Picchu (inclui traslado para a estação de trem, bilhete em trem, ônibus de subida e descida de Águas Calientes até a Cidadela, entrada a Machu Picchu, passeio guiado de aproximadamente 2h30 pela cidadela e almoço buffet em Águas Calientes).
 
Machu Picchu e Vale Sagrado (somente terrestre)
Duração: 5 noites
Valor: a partir de U$ 1.018, por pessoa em apartamento duplo
Inclui: Traslado de chegada e saída em todas as cidades do roteiro; 5 noites de hospedagem com café da manhã, sendo: 1 em Lima, 3 em Cusco e 1 no Valle Sagrado; Passeio de meio dia pela cidade de Cusco e ruínas arqueológicas; Passeio ao Vale Sagrado (Terraço do Inca, Moray e Ollantaytambo) com almoço; Passeio de dia inteiro a Machu Picchu em trem Vistadome (inclui traslados até a estação de trem, subida e descida de ônibus até a cidadela e entrada a Machu Picchu, almoço buffet em Águas Calientes e visita guiada a cidadela de Machu Picchu de aproximadamente 2h30).
 
Mistérios de Machu Picchu (somente terrestre)
Duração: 5 noites
Valor: a partir de U$ 948, por pessoa em apartamento duplo
Inclui: Transporte de chegada e saída em todas as cidades + 5 noites com café da manhã, sendo: 1 em Lima; 3 em Cusco; 1 em Águas Calientes + Passeio de meio dia pela cidade de Cusco e ruínas arqueológicas + Passeio de dia inteiro a Machu Picchu em trem Vistadome (inclui traslados até a estação de trem, subida e descida de ônibus até a cidadela e entrada a Machu Picchu) + 1 almoço em Águas Calientes.
 
Linhas de Nasca e Machu Picchu (somente terrestre)
Duração: 7 noites
Valor: a partir de U$ 1.618, por pessoa em apartamento duplo
Inclui: Transporte de chegada e saída em todas as cidades + ônibus Lima / Paracas / Lima + sobrevoo a linhas de Nasca + passeio de Lancha a Ilhas Ballestas + passeio de meio dia pela cidade de Cusco + Passeio de dia inteiro a Machu Picchu em trem Vistadome (inclui traslados até a estação de trem, subida e descida de ônibus até a cidadela e entrada a Machu Picchu) + 1 almoço em Aguas Calientes + 2 noites de hospedagem em Lima + 4 noite em paracas + 4 noites em Cusco.
Informações e reservas: www.cvc.com.br/lojas 
 

Isabelle Sabbatini viajou a convite da CVC e PROMPERÚ   

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