População adulta brasileira tem 16% de fumantes

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O consumo de tabaco está entre as principais causas de doenças crônicas não transmissíveis. Além do câncer de pulmão, ele é também fator de risco para problemas na laringe, pâncreas, bexiga, fígado, rim, esôfago, mama e leucemia mielóide. Estudos apontam que o cigarro também é responsável por complicações de diabetes, maiores chances de contusões em atividades físicas e até depressão.

Dentre os quatro mil compostos químicos que compõe o cigarro, a nicotina é o mais nocivo e responsável pela dependência, seu poder de submissão é semelhante ao de drogas como o crack e a cocaína. Juntas, essas substâncias são irreversíveis ao organismo humano e seus efeitos são cumulativos.

De acordo com o pneumologista Valfedo Budin, mesmo que o uso seja interrompido e a incidência menor, o risco de problemas devido ao tabaco sempre irá existir. “Por várias razões, o uso contínuo do tabaco modifica nossas células, nosso tecido. Com a agressão constante, eles adquirem uma ‘cara’ diferente e essa modificação é permanente”, explica o médico, que também afirma que é possível resolver 70% dos casos de câncer de pulmão detectados no início.

 

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