Uso de álcool em gel

Devido a Covid-19, fomos orientados a reforçar nossa higiene pessoal, o que inclui no uso de álcool em gel, na impossibilidade de lavar as mãos com água corrente e sabonete.
A falta de informação e/ou conhecimento da população fez com que a procura e o uso do álcool em gel aumentasse consideravelmente, o que automaticamente, levou a um aumento de casos de ressecamento de pele, principalmente, das mãos.

“O álcool em gel tem sido vendido como uma solução ao combate contra o Coronavírus, mas em excesso pode gerar outros problemas como: ressecamento das mãos e redução da proteção natural do organismo”, explica a dermatologista Luciana Munia. “Nosso organismo possui um filme chamado manto hidrolipidico e o uso em excesso do álcool em gel desidrata a pele e gera a perda deste manto, ocasionando assim alergias e ficando a pele mais suscetível à queimaduras e infecções”, enfatiza a médica.

Segundo ela, o coronavírus tem uma cobertura de lipídios, que são gorduras, então o uso de qualquer sabonete é capaz de matar o vírus. “Em casa prefira água e sabonete, assim evita o ressecamento, as possíveis alergias e infecções. Outro alerta importante sobre o uso do álcool em gel é a utilização perto de forno elétrico, fogão e forno micro-ondas. O álcool é um líquido inflamável que pode explodir quando em contato com esses eletrodomésticos, gerando acidentes domésticos, como as queimaduras”, alerta.

Para evitar o ressecamento e se proteger:

– Primeiro aplique o álcool em gel 70% medicinal, na sequência hidratante

– Para quem faz uso de protetor solar, primeiro aplique o álcool em gel 70% medicinal, na sequência hidratante e depois a protetor solar

– Para quem faz uso de repelente:, primeiro aplique o álcool em gel 70% medicinal, em seguida o hidratante e depois o repelent

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