VLT é debate na Câmara Municipal

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O projeto de implantação do Sistema de Veículo Leve sobre Pneus (VLP) em Campinas foi apresentado pelo secretário de Transportes Gerson Luis Bittencourt, na Câmara de Vereadores, na noite do dia 6 de abril. Foram apresentadas as diretrizes básicas de implantação deste sistema de transporte de média capacidade, bastante utilizado na Europa e até o momento inédito no país.

A conclusão do projeto básico de implantação está prevista para daqui 45 dias, quando será apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao prefeito de Campinas Hélio de Oliveira Santos.

Uma novidade foi acrescentada em relação aos primeiros estudos para implantação do VLP. Além dos cinco ramais anteriormente previstos, foi incluído a implantação do sistema também no Rótula, um trecho com 8 km de extensão nas avenidas Dr. Moraes Salles, Irmã Serafina, Anchieta, Orosimbo Maia e Senador Saraiva.

A ligação entre a nova rodoviária e o Terminal Central também receberá o VLP, que deverá estar em operação até o final de 2010. Haverá uma ligação entre os terminais Central e Ouro Verde; entre o Terminal Campo Grande e a nova Rodoviária; entre os corredores Ouro Verde e Campo Grande, com o reaproveitamento do antigo leito do VLP; além de uma futura ligação entre o Terminal Ouro Verde e o Aeroporto de Viracopos.

O projeto está integrado à Rede Estrutural de Transporte Coletivo de Campinas, que começou a ser implantada em 2005 e do qual fazem parte o Sistema InterCamp, o Bilhete Único e o Terminal Multimodal de Passageiros Ramos de Azevedo, a nova rodoviária da cidade.

“Trata-se de um projeto integrado a uma rede de transportes concebida para atender à cidade nos próximos anos, em seus dois principais corredores de tráfego, o Ouro Verde e o Campo Grande, que transportam entre 220 mil e 250 mil passageiros por dia”, diz Bittencourt.

O secretário ressaltou que o VLP será integrado ao Bilhete Único e o usuário poderá utilizar o cartão normalmente nos ônibus e no novo sistema de transportes, sem pagar mais nada. Os custos para a implantação dos corredores e do material rodante é de R$ 1,1 bilhão, dos
quais R$ 450 milhões seriam investidos pelo Poder Público, com verbas do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana, e o restante pelas atuais concessionárias do Sistema InterCamp, com financiamento do BNDES.

 

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