XIX Congresso Mundial de Otorrinolaringologia

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Acontece pela primeira vez no Brasil, entre os dias 1 e 5 de junho, o Comitê Local de Otorrinolaringologia Pediátrica do XIX Congresso Mundial de Otorrinolaringologia, da International Federation of Otorhinolaryngological Societies (IFOS), organizado pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). O evento será no Palácio das Convenções do Parque Anhembi e vai falar sobre prevenção, vacinas e tratamentos alternativos para os problemas de amigdalites, otites e sinusites, infecções recorrentes das vias aéreas que acometem milhões de crianças no mundo todo.

Margaretha Casselbrant (USA), pesquisadora mundial sobre otite média recorrente e otite média secretora (com efusão), vai mostrar as novas técnicas cirúrgicas pediátricas de amígdala e sinusite e discutirá o assunto com colegas da Dinamarca, da Nigéria e do Brasil. Segundo seus estudos, as doenças otorrinolaringológicas podem acarretar prejuízos no aprendizado escolar das crianças.

Durante o XIX Congresso Mundial de Otorrinolaringologia, serão mostrados que distúrbios de audição e voz, e crianças respiradoras bucais que roncam à noite geram déficit de QI e o dobro de repetência escolar em relação às crianças que respiram pelo nariz. No Brasil, 15% a 28% das crianças são respiradoras bucais e roncadoras. De acordo com os dados, entre 130 e 140 a cada 1.000 crianças (13 a 14%) sofrem de, pelo menos, uma dificuldade na comunicação e o problema é ainda maior em países em desenvolvimento e em crianças em estado de pobreza.

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